segunda-feira, 18 de abril de 2016

Nicolas Flamel

Nicolas Flamel (Pontoise, 1330 ou 1340 — Paris, 22 de março de 1418) foi um escrivão, copista e vendedor de sucesso francêsque ganhou fama de alquimista após seus supostos trabalhos de criação da pedra filosofal. Casado com Dame Perenelle Flamel, segundo a lenda teria fabricado a pedra filosofal, o elixir da longa vida e realizado a transmutação de metais em ouro por meio de um livro misterioso. Em português também é referido como Nicolau Flamel.

VIDA E MORTE
Flamel foi trabalhar em Paris como escrivão. E em 1364 casou-se com Pernelle, que era viúva. Conseguiu algum dinheiro e passou a dedicar-se ao estudo da alquimia.
Nicolau e sua esposa eram católicos devotos. E, com o passar do tempo se tornaram conhecidos pela riqueza e pela filantropia que realizavam, assim como as múltiplas interpretações que davam à alquimia da época.

Obras literárias



A PEDRA FILOSOFAL

A lenda, no entanto, conta que, na realidade, ambos, Flamel e Perrenelle, não morreram, e que em suas tumbas foram encontradas apenas suas roupas em lugar de seus corpos, eles teriam vivido graças ao elixir da longa vida, ao qual, Flamel também teria fabricado.
Flamel deixou um testamento escrito a seu tio, em que revelava os segredos que descobrira sobre a alquimia. O "Testamento de Nicholas Flamel" foi compilado na França no final dos anos 1750 e publicado em Londres em 1806. O documento original foi escrito de próprio punho por Nicholas Flamel em um alfabeto codificado e criptografado que consistia em 96 letras. Um escrivão Parisiense chamado Father Pernetti o copiou e um Senhor de Saint Marc pôde finalmente quebrar o código em 1758.
Foi citado na série de livros Harry Potter como tendo realmente conseguido produzir a pedra filosofal e vivido 665 anos. Ele a teria destruído no final do primeiro livro da série, "Harry Potter e a Pedra Filosofal". Há menção também em O Código Da Vinci de Flamel tendo sido um dos grão-mestres do Priorado de Sião. Foi citado também em "Os segredos de o imortal Nícolas Flamel". Best Sellers de Michael Scott.
MORTE E LEGADO 
Flamel morreu em 22 de março de 1418, com mais de 80 anos, e sua casa foi saqueada por caçadores de tesouros e gente ávida por encontrar a pedra filosofal ou receitas concretas para sua preparação.
A casa onde Flamel residiu com sua esposa ainda existe. Ela situa-se na rue de Montmorency, no número 51, sendo a mais antiga casa de pedra da cidade. No andar térreo, hoje encontra-se um restaurante.
Seu nome e o de sua mulher foram dados a ruas próximas do Museu do Louvre, em Paris, em homenagem a eles.
NA FICÇÃO
  • Foi referido no filme "As Above So Below" (em português "O Reflexo do Medo") como sendo a personificação base do próprio filme, onde é retratada a sua lenda e conta como supostamente na verdade, a Pedra Filosofal se encontra nas catacumbas de Paris.
  • Sua história foi abordada pelo quadro Mundos Invisíveis, no Episódio 2. Série de documentários do programa Fantástico, apresentado por Marcelo Gleiser em 2007.
  • Lima Barreto, em seu conto A nova Califórnia, nomeia de Flamel o estranho visitante que descobre como transformar ossos de mortos em ouro.
  • Na novela "Fera Ferida" (1993), inspirada na narrativa de Lima Barreto, havia um personagem chamado Feliciano, cuja família foi perseguida e morta na cidade de Tubiacanga. Feliciano, ainda criança, sai fugido da cidade. Depois de adulto, retorna para Tubiacanga para se vingar, sob o nome de Raimundo Flamel (interpretado pelo ator Edson Celulari), pseudônimo que o personagem Feliciano adotou, pois teria sido discípulo do alquimista Nicolas Flamel, suposto descobridor da fórmula para se transformar ossos em ouro.
  • Também citado em "A alquimia do Unicórnio"
  • Citado também no livro "A Profecia Voynich - Criança Índigo"
  • É citado também no livro O Manual do Bruxo de Allan Zola Kronzek e Elisabeth Kronzek.
  • Tem um papel bastante importante no livro "O Alquimista - Os segredos de o Imortal Nicholas Flamel", de Michael Scott, no qual é mencionado como protetor do Livro de Abraão - o Mago, onde se encontra o segredo da Imortalidade e da destruição do mundo. O segundo volume deste livro foi editado em português em Abril, 2009.
  • O personagem Conde do milênio do anime/mangá D. Gray-Man foi inspirado em Flamel.
  • Citado no anime Fullmetal Alchemist, principalmente através do símbolo da cobra em volta de uma cruz (cruz de flamel).
  • Em Harry Potter e a Pedra Filosofal, de J.K. Rowling, Flamel realmente conseguiu criar a Pedra Filosofal e viveu até mais de 600 anos com sua esposa.
  • Há menção em O Código Da Vinci de Flamel tendo sido um dos grão-mestres do Priorado de Sião.



OS ÓXIDOS DOS ISÓTOPOS DE HIDROGÊNIO


Um deles faz toda a diferença
O hidrogênio é o único elemento da Tabela Periódica cujos isótopos têm nomes próprios - prótio (1 próton no núcleo, número de massa 1), deutério (1 próton e 1 nêutron no núcleo, número de massa 2) e trítio (1 próton e 2 nêutrons no núcleo, número de massa 3). Este último é radioativo, e tem meia vida de 12,3 anos. Seus óxidos possuem propriedades físicas perceptivelmente diferentes devido às grandes variações das massas dos isótopos do hidrogênio. Por exemplo, os pontos de ebuluição: 

H2O, 100 oC; D2O, 101,4 oC; T2O, 102,9 oC.
Outra diferença é vista na figura. O T2O brilha no escuro devido à radioatividade do trítio. Por essa razão ele é usado em indicadores luminosos de emergência.


sexta-feira, 25 de março de 2016

Qual a diferença entre a bomba atômica e a de hidrogêni


Na verdade, as duas são bombas atômicas. A diferença é que cada uma delas realiza um processo diferente com os átomos para obter energia. A bomba nuclear mais simples, que costuma ser chamada só de "atômica", arrebenta núcleos de urânio, transformando-os em átomos mais leves. Mas romper núcleos atômicos não é o mesmo que quebrar uma pedra, por exemplo. Se você martelar uma rocha, juntar os cacos e botar numa balança, vai ver que o peso de todos os fragmentos somados é igual ao da pedrona original. Já na "martelada" que a bomba dá nos átomos de urânio, o peso somado dos "cacos" vai ser um pouco menor que o original, porque o urânio perde um pouco de sua massa. Onde ela vai parar? Quem mata a charada é o físico Albert Einstein: em sua teoria da relatividade, ele ensina que qualquer tiquinho de matéria é formado por uma quantidade mastodôntica de energia. Ou seja, o urânio que some se transforma em energia pura, liberando uma força brutal.
Para dar uma idéia, a quebra de menos de 1 quilo de matéria foi o suficiente para arrasar a cidade japonesa de Hiroshima no final da Segunda Guerra Mundial, com uma força equivalente a 15 mil toneladas de dinamite. Achou muito? Pois saiba que as chamadas bombas H, de hidrogênio, são milhares de vezes mais poderosas que isso. O segredo é que, em vez de quebrar átomos, elas fundem os núcleos, juntando dois átomos de hidrogênio para formar um de hélio. Nesse processo, um pouco da massa do hidrogênio se perde e, de novo, se transforma em energia. A diferença é que a fusão arranca mais energia do bolo de átomos. Só para dar uma noção do drama, basta lembrar que a explosão recorde entre as bombas de hidrogênio foi simplesmente 5 mil vezes maior que a de Hiroshima.
Os ambientalistas não se cansam de alertar que esses explosivos podem transformar a Terra em um projeto de asteroide. "Vimos que a pequena guerra nuclear de 1945, que destruiu duas cidades, foi o suficiente. Mas o problema continua", diz o físico Philip Morrison, um dos cientistas que criou a bomba de Hiroshima e hoje trabalha no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos Estados Unidos.

Escolha nuclearArmas arrebentam ou unem átomos para gerar energia
A diferença é que cada uma delas realiza um processo diferente com os átomos para obter energia. A bomba nuclear mais simples, que costuma ser chamada só de "atômica", arrebenta núcleos de urânio, transformando-os em átomos mais leves. Mas romper núcleos atômicos não é o mesmo que quebrar uma pedra, por exemplo. Se você martelar uma rocha, juntar os cacos e botar numa balança, vai ver que o peso de todos os fragmentos somados é igual ao da pedrona original. Já na "martelada" que a bomba dá nos átomos de urânio, o peso somado dos "cacos" vai ser um pouco menor que o original, porque o urânio perde um pouco de sua massa. Onde ela vai parar? Quem mata a charada é o físico Albert Einstein: em sua teoria da relatividade, ele ensina que qualquer tiquinho de matéria é formado por uma quantidade mastodôntica de energia. Ou seja, o urânio que some se transforma em energia pura, liberando uma força brutal.
Para dar uma idéia, a quebra de menos de 1 quilo de matéria foi o suficiente para arrasar a cidade japonesa de Hiroshima no final da Segunda Guerra Mundial, com uma força equivalente a 15 mil toneladas de dinamite. Achou muito? Pois saiba que as chamadas bombas H, de hidrogênio, são milhares de vezes mais poderosas que isso. O segredo é que, em vez de quebrar átomos, elas fundem os núcleos, juntando dois átomos de hidrogênio para formar um de hélio. Nesse processo, um pouco da massa do hidrogênio se perde e, de novo, se transforma em energia. A diferença é que a fusão arranca mais energia do bolo de átomos. Só para dar uma noção do drama, basta lembrar que a explosão recorde entre as bombas de hidrogênio foi simplesmente 5 mil vezes maior que a de Hiroshima.
Os ambientalistas não se cansam de alertar que esses explosivos podem transformar a Terra em um projeto de asteróide. "Vimos que a pequena guerra nuclear de 1945, que destruiu duas cidades, foi o suficiente. Mas o problema continua", diz o físico Philip Morrison, um dos cientistas que criou a bomba de Hiroshima e hoje trabalha no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos Estados Unidos.
Escolha nuclear
Armas arrebentam ou unem átomos para gerar energia
BOMBA ATÔMICA
1. A bomba atômica que você vê ao lado é a Little Boy ("Garotinho"), que arrasou a cidade de Hiroshima, em 1945. O funcionamento da arma começa quando uma carga de explosivo convencional, como dinamite, é acionada à distância e explode
2. O choque da explosão impulsiona uma bala de urânio-235 sobre uma esfera feita do mesmo material. Esse impacto dá origem às reações de fissão, a quebra dos núcleos dos átomos que vão liberar energia
3. Com a trombada, os instáveis e pesados átomos de urânio-235 arrebentam, liberando energia e nêutrons que dão continuidade à reação. Cada átomo que se rompe solta novos nêutrons que quebram mais núcleos, num efeito em cadeia que desprende cada vez mais energia
BOMBA DE HIDROGÊNIO
1. Na bomba de hidrogênio, a espoleta utilizada não é um explosivo convencional, mas uma bomba atômica como a de Hiroshima. Novamente, o momento do estouro dessa carga é determinado por meio de um controle remoto
2. Essa explosão atinge um compartimento cheio de composto de lítio, transformando essa substância em deutério e trítio. Os átomos desses elementos são isótopos, ou seja, "parentes diretos" do hidrogênio daí vem o nome da bomba. Todos possuem apenas um próton, mas com quantidades diferentes de nêutrons
3. Por serem bem leves e estarem submetidos a altíssima temperatura, os átomos de deutério e trítio tendem a se unir, criando um átomo de hélio mais leve que os dois anteriores somados. A massa que sobra dá origem à energia da bomba.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Tecido conjuntivo sanguíneo

O sangue (originado pelo tecido hemocitopoiético) é um tecido altamente especializado, formado por alguns tipos de células, que compõem a parte figurada, dispersas num meio líquido – o plasma -, que corresponde à parte amorfa. Os constituintes celulares são: glóbulos vermelhos (também denominados hemácias ou eritrócitos); glóbulos brancos (também chamados de leucócitos).
O plasma é composto principalmente de água com diversas substâncias dissolvidas, que são transportadas através dos vasos do corpo.


Todas as células do sangue são originadas na medula óssea vermelha a partir das células indiferenciadas pluripotentes (células-tronco). Como consequência do processo de diferenciação celular, as células-filhas indiferenciadas assumem formas e funções especializadas.

Plaquetas
Plaquetas são restos celulares originados da fragmentação de células gigantes da medula óssea, conhecidas como megacariócitos. Possuem substâncias ativas no processo de coagulação sanguínea, sendo, por isso, também conhecidas como trombócitos (do grego, thrombos = coágulo), que impedem a ocorrência de hemorragias.

Glóbulos vermelhos
Glóbulos vermelhos, hemácias ou eritrócitos (do grego, eruthrós = vermelho, e kútos = célula) são anucleados, possuem aspecto de disco bicôncavo e diâmetro de cerca de 7,2 m m. São ricos em hemoglobina, a proteína responsável pelo transporte de oxigênio, a importante função desempenhada pelas hemácias.

Glóbulos brancos
Glóbulos brancos, também chamados de leucócitos (do grego, leukós = branco), são células sanguíneas envolvidas com a defesa do organismo.
Essa atividade pode ser exercida por fagocitose ou por meio da produção de proteínas de defesa, os anticorpos.

Costuma-se classificar os glóbulos brancos de acordo com a presença ou ausência, em seu citoplasma, de grânulos específicos, e agranulócitos, os que não contêm granulações específicas, comuns a qualquer célula.



S01E05 - Clorofila e Reciclagem de Papel

S01E02 - Gravidade e Inércia (Isaac Newton)

O Mundo de Beakman - Episódio 20 - Completo - Aranhas e Microondas

O Mundo de Beakman - Gravidade e Inércia Isaac Newton (S01E02)

Episódio 38 - Reações Químicas - Parte 3 - O Mundo de Beakman

Aprenda de forma Única a tabela periódica e suas propriedades com a QuíT...

reação de neutralização entre ácido cloridrico e hidróxido de sódio

Reações quimicas - adição, substituição, simples troca e Dupla troca

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Conheçam o Rubi de Arsenio.,

Originalmente o Rubi e uma joia avermelhada e devido a presença do
Oxido de Alumínio, Al2O3. Sua coloração avermelhada característica ,
se explicara pela presença nesta joia ,do Elemento Metálico de Crómio.

Devido a sua semelhança com o Rubi, e que originalmente trata-se de
impurezas de Zircônio,o Rubi de Arsênio, correspondera ao Composto
Sulfeto de Arsênio, AsS2. Por muitas vezes utilizado como corante para
quadros a óleo, no entanto foi descartado pela Toxidez deste Elemento.

O Arsênio e classificado como um Veneno em potencial, onde bastarão
a inalação direta de 1 g do mesmo, para que se provoque uma imediata
parada cardiorrespiratória no Individuo.



quarta-feira, 29 de julho de 2015

Conheça os elementos químicos em extinção na Terra

As novas tecnologias que surgiram nas últimas décadas aumentaram drasticamente o consumo de certos elementos – a ponto de que suas fontes praticamente esgotaram.

Usado na aviação, Rênio é um dos mais raros elementos na Terra

Um Exemplo clássico é o Lítio; antes abundante, hoje está em estado alarmante: o uso em baterias eletrônicas está esgotando as reservas naturais e quase não existe reciclagem.

Usado na aviação, Rênio é um dos mais raros elementos na Terra

O preço do Irídio é um exemplo deste fenômeno de extinção: era U$ 70 / kg em 2003 e pulou para U$ 1200 / kg em 2005. O metal passou a fazer parte de displays touchscreen e painéis solares.
A tabela abaixo indica o grau de preocupação com o esgotamento das reservas de certos elementos. A escala  crescente de preocupação é do azul ao vermelho.
                                           Tabela Periódica dos Elementos em Extinção
A única saída é a reciclagem; mas a prática é muito difícil para alguns metais é impossível para certos elementos.
E todos podemos contribuir, quando possível, com a reciclagem do lixo tecnológico.

quinta-feira, 25 de junho de 2015

Química Geral: Estudo Geral da Carga Nuclear Efetiva ( Z ef ).


A Carga Nuclear efetiva de um Átomo e fornecida pelo seu número de 
elétrons mais externos presentes em um Átomo, o que denominamos 
Número
Atômico. A Carga Nuclear efetiva e constatada pela diferença 
entre as cargas do núcleo a carga total dos elétrons interiores, pode
ser determinada pelas Regras de Slatter,
que são designadas abaixo, e devendo ser cuidadosamente seguidas nesta ordem para os Átomos.
Lembrar que de acordo como referencial utilizado, Número
Atômico será
definido como número total de
Prótons ou elétrons para um certo Átomo.

As Regras de Slatter, poderão então ser deste modo assim enumeradas:

1.      Zero a qualquer elétron considerado;
2.      0.35 para cada um dos elétrons do mesmo grupo considerado; exceto do grupo 1s, onde usaremos 0.30 para estas condições;
3.      Se um elétron pertencer a um grupo (ns, np) cada elétron do
grupo ( n -1) contribui 0.85, dos níveis mais internos valor 1.00,
onde o valor unitário correspondera para o Átomo de Hidrogênio ;
      4. Se os elétrons pertencerem aos níveis nd ou nf, cada elétron
           contribui então o valor 1.00, que serão usados nestas condições.

Como este fenômeno então passara a ocorrer e quais os fatores?
No Átomo na Região do seu Núcleo que será blindado nos elétrons, acobertando as Cargas dos Prótons e dos Nêutrons. No entanto, e
devido a este motivo portanto, somente os elétrons localizados na
região mais externa do Átomo, apresentarão com mais intensidade
o efeito da
Carga Nuclear efetiva. Nos Grupos ou Famílias, as que
apresentarão maior diferenciação serão a dos Metais Alcalinos, isto
porque as mesmas apresentam 1 elétron para sua camada externa, o que então poderá ser comprovado pela Distribuição Eletrônica dos

Elementos Químicos pertencentes a esta Família ou Grupo Periódico.
A Carga Nuclear Efetiva poderá ser calculada pela Expressão abaixo:

Z ef = Z- S , temos: Z = Número Atômico ; S = Fator de Blindagem.


sábado, 20 de junho de 2015

20/6/1828 : Wohler e a Descoberta do Primeiro Composto Organico


A admiradores da Quimica Organica, e sem duvida um dia historico.
Na ocasiao, o quimico alemao Frederich Wohler ( Foto), conseguira
realizar a Sintese da primeira Substancia Organica, Ureia a partir da 
Urina, atraves de uma Reaçao de Cristalizaçao, onde obteve cristais
grandes e transparentes. Com isto, acabou-se por completo a teoria
que os Compostos Organicos jamais poderiam ser produzidos pelos
Seres Vivos.
 A Teoria ficou conhecida como a Teoria da Força Vital,
onde muitos quimicos sustentavam esta Hipotese, ate entao " logica",
liderada pelo quimico Jacob Berzelius, que era o professor de Wohler.
A Reaçao de Obtençao da Ureia conhece-se como Sintese de Wohler.
Curiosidade: Frederich Wohler tinha 20 anos quando obteve a Ureia.
A partir dai, novos Compostos Organicos foram sendo sintetizados, e
onde merece destaque anos mais tarde os Compostos Aromaticos, e
cuja estrutura fora descoberta pelo tambem quimico alemao F.Kekule,
em 1865, que conferiu o primeiro Premio Nobel de Quimica Organica.
No ano de 2014 eram conhecidos 20.000.000 Compostos Organicos,
entretanto somente existirao inferiores 200.000, para os Inorganicos.
A Ureia foi obtida pelo aquecimento de Cianato de Amonio, NH4OCN,
que iria produzir a Ureia, e sendo representado na Reaçao elementar:

NH4OCN --------> O =C ( NH2)2 ( onde temos, O =C ( NH2)2 , Ureia)


sábado, 13 de junho de 2015

Relacionando Saturação Cirúrgica e Química


Ao termino de uma incisão cirúrgica, o cirurgião une os tecidos lesados
nos fios para o famoso " dar os pontos", e, podendo observar na Foto, 
com fios absorviveis.Trata-se de um Processo conhecido como sendo 
Saturação, onde o Produto utilizado e um Polímero chamado Dexon. 

O Dexon e considerado polímero sintético simétrico do ácido glicólico, 
que ao longo de semanas e hidrolisado pelo organismo, e
, fornecendo
moléculas de Ácido Glicólico que são metabolizados.
Assim lembrando
incrivelmente fios de poilester.Costuma-se dizer que os pontos foram 
"absorvidos" pela Pele.A Reação de Polimerização do Ácido Glicólico, 
formando o Dexon, poderá ser dado abaixo na sua forma direta abaixo:

(H3CCH2COOH) n ------> (O-CH2OO-CH2-...) n + n H2O


A Reação inversa da Polimerização e possível, onde ocorre a " absorção" 
será a Hidrolise, lembrar que ambos os casos são moléculas poliméricas.
Abaixo dispomos do Processo de Saturação, enfatizando os fios de Dexon, gradativamente sendo absorvidos pela pele, assim cicatrizando a incisão.


Processo Geral de Produção do Aço: Quadro Resumo.


Um Processo clássico da Química Inorgânica será a Produção do Aço.
O
Aço pode ser considerado uma Liga Metálica de Ferro a 0.2% a 1%
de Carbono,
com baixas impurezas como Manganês, Silício, Enxofre pode ser obtido de duas formas: em Alto Forno ou Redução Direta. 
Este e denominado Aço comum, e utilizado para chapas, fios e eixos.

O chamado Aço inoxidável conterá a Adição de Ferro a Metais, onde
merecem destaque os principais
Carbono, Alumínio, Níquel e Cromo.
Em termos de classificação usamos o termo aço liga ou aço especial.


Abaixo citaremos o Fluxograma do Processo Geral de sua Produção.


sábado, 9 de maio de 2015

Viscosidade

Viscosidade
A viscosidade é a propriedade dos fluidos correspondente ao transporte microscópico de quantidade de movimento por difusão molecular. Ou seja, quanto maior a viscosidade, menor será a velocidade em que o fluido se movimenta.
Definição
É a propriedade física que caracteriza a resistência de um fluido ao escoamento, a uma dada temperatura. 

Define-se pela lei de Newton da viscosidade:
Onde   é a taxa de deformação angular do fluido, enquanto que a constante   é o coeficiente de viscosidade, viscosidade absoluta ou viscosidade dinâmica. Muitos fluidos, como a água ou a maioria dos gases, satisfazem os critérios de Newton e por isso são conhecidos como fluidos newtonianos. Os fluidos não newtonianos têm um comportamento mais complexo e não linear.
As suspensões coloidais, as emulsões e os géis são exemplos de fluidos não newtonianos, como o sangue, o ketchup, as suspensões de amido, as tintas e o petróleo. O coeficiente de viscosidade desses fluidos não é constante.
Viscosidade é a propriedade associada à resistência que o fluido oferece a deformação por cisalhamento. De outra maneira pode-se dizer que a viscosidade corresponde ao atrito interno nos fluidos devido basicamente a interações intermoleculares, sendo em geral função da temperatura. É comumente percebida como a "grossura", ou resistência ao despejamento. Viscosidade descreve a resistência interna para fluir de um fluido e deve ser pensada como a medida do atrito do fluido. Assim, a água é "fina", tendo uma baixa viscosidade, enquanto óleo vegetal é "grosso", tendo uma alta viscosidade.
Viscosidade cinemática
A viscosidade cinemática (letra grega ni, ν), é definida por:
em que ρ é a massa específica do fluido.

Unidades

No SI, a unidade da viscosidade cinemática ν é m²/s . No sistema CGS é utilizada a unidade Stokes (St), sendo um Stokes igual a 10−4 m²/s  e dada a magnitude do seu valor é preferível utilizar a forma centistokes.
A viscosidade absoluta tem como unidade Pa.s (N.s/m²) em unidades do SI . Essa unidade é normalmente expressa em mPa.s dado a sua magnitude. Outra forma conveniente, a partir do sistema CGS é o Poise, sendo um Poise igual a 0,1 Pa.s3 ou seja, um centipoise (cP) é igual a 1 mPa.s.
Viscosidade nos líquidos
A viscosidade de qualquer fluido vem de seu atrito interno. Nos fluidos líquidos, este atrito interno origina-se das forças de atração entre moléculas relativamente próximas. Com o aumento da temperatura, a energia cinética média das moléculas se torna maior e consequentemente o intervalo de tempo médio no qual as moléculas passam próximas umas das outras torna-se menor. Assim, as forças intermoleculares se tornam menos efetivas e a viscosidade diminui com o aumento da temperatura. Por este motivo, um óleo lubrificante torna-se menos viscoso com o aumento da temperatura.
Viscosidade dos gases
m um gás as moléculas estão em média a distâncias relativamente grandes umas das outras, disto originando-se sua baixa densidade. Assim sendo, as forças de atração entre moléculas não são efetivas na transmissão da energia cinética e por este motivo essas forças não podem produzir sua viscosidade. A viscosidade de um gás é produzida predominantemente da transferência de momentum, ou seja, da transferência de quantidade de movimento entre camadas adjacentes que se movam com velocidades de módulos diferentes. Por este motivo, a viscosidade de um gás aumenta com sua temperatura, pois a velocidade média das partículas do gás aumenta com sua temperatura, tornando a transmissão de energia cada vez mais difícil.
 Viscosidade nos líquidos
A viscosidade de qualquer fluido vem de seu atrito interno. Nos fluidos líquidos, este atrito interno origina-se das forças de atração entre moléculas relativamente próximas. Com o aumento da temperatura, a energia cinética média das moléculas se torna maior e consequentemente o intervalo de tempo médio no qual as moléculas passam próximas umas das outras torna-se menor. Assim, as forças intermoleculares se tornam menos efetivas e a viscosidade diminui com o aumento da temperatura. Por este motivo, um óleo lubrificante torna-se menos viscoso com o aumento da temperatura.
Viscosidade dos gases
m um gás as moléculas estão em média a distâncias relativamente grandes umas das outras, disto originando-se sua baixa densidade. Assim sendo, as forças de atração entre moléculas não são efetivas na transmissão da energia cinética e por este motivo essas forças não podem produzir sua viscosidade. A viscosidade de um gás é produzida predominantemente da transferência de momentum, ou seja, da transferência de quantidade de movimento entre camadas adjacentes que se movam com velocidades de módulos diferentes. Por este motivo, a viscosidade de um gás aumenta com sua temperatura, pois a velocidade média das partículas do gás aumenta com sua temperatura, tornando a transmissão de energia cada vez mais difícil.
 Viscosidade nos líquidos
A viscosidade de qualquer fluido vem de seu atrito interno. Nos fluidos líquidos, este atrito interno origina-se das forças de atração entre moléculas relativamente próximas. Com o aumento da temperatura, a energia cinética média das moléculas se torna maior e consequentemente o intervalo de tempo médio no qual as moléculas passam próximas umas das outras torna-se menor. Assim, as forças intermoleculares se tornam menos efetivas e a viscosidade diminui com o aumento da temperatura. Por este motivo, um óleo lubrificante torna-se menos viscoso com o aumento da temperatura.
Viscosidade dos gases
m um gás as moléculas estão em média a distâncias relativamente grandes umas das outras, disto originando-se sua baixa densidade. Assim sendo, as forças de atração entre moléculas não são efetivas na transmissão da energia cinética e por este motivo essas forças não podem produzir sua viscosidade. A viscosidade de um gás é produzida predominantemente da transferência de momentum, ou seja, da transferência de quantidade de movimento entre camadas adjacentes que se movam com velocidades de módulos diferentes. Por este motivo, a viscosidade de um gás aumenta com sua temperatura, pois a velocidade média das partículas do gás aumenta com sua temperatura, tornando a transmissão de energia cada vez mais difícil.
 Viscosidade de alguns materiais comuns
Algumas viscosidades de fluidos newtonianos estão listadas abaixo:
Gases (a 0 °C):

 
Viscosidade  (Pa·s)
8,4 × 10−6
17,2 × 10−6
21,2 × 10−6

Líquidos (a 20 °C):
viscosidade (Pa·s)
0,248 × 10−3
0,326 × 10−3
0,597 × 10−3
2,256 × 10−3
0,64 × 10−3
1,0030 × 10−3
2,0 × 10−3
17,0 × 10−3
30 × 10−3
81 × 10−3
0,985
1,485
10³
107
1040
4 × 10−3

Fluidos com composições variadas, como mel, podem ter uma grande variedade de viscosidades.
Medição de Viscosidade
O coeficiente de viscosidade pode ser medido através do seguinte experimento: deixa-se uma esfera cair em um fluido, e mede-se a sua velocidade terminal. Então, aplicando-se a Lei de Stokes:


em que:
: aceleração gravitacional, expressa em m/s²;
: raio do corpo, expresso em m;
ρesfera: massa volúmica (massa específica) da esfera, expressa em kg/m³;
ρfluido: massa volúmica do fluido, expressa em kg/m³;
vterminal: a velocidade terminal que a esfera atinge no fluido, expressa em m/s;